LEGENDA DOS TRÊS COMPANHEIROS



Índice Geral

EPÍSTOLA

CAPÍTULO l. Do nascimento, da vaidade, da fidalguia e da prodigalidadede Francisco, e como, daí, chegou à generosidadee à caridade para com os pobres

CAPÍTULO 2. Como foi preso em Perusa e das duas visões que teve quando desejava entrar para a milícia

CAPÍTULO 3. Como o Senhor primeiro visitou seu coração com admirável doçura, em virtude da qual começou a crescer pelo desprezo de si mesmo e de todas as vaidades, bem como pela oracão, pelas esmolas e pelo amor à pobreza

CAPÍTULO 4. Como, a partir dos leprosos, começou a vencer-se a si mesmo e a sentir doçura naquelas coisasque antes lhe pareciam amargas

CAPÍTULO 5. Da primeira vez em que o Crucificado lhe falou e como, desde esse momento até a morte, trouxe a paixão de Cristo em seu coração

CAPÍTULO 6. Como pela primeira vez fugiu às perseguições do pai e dos parentes, ficando com o sacerdote de São Damião, igreja onde jogara dinheiro a uma janela

CAPÍTULO 7. De seu grande trabalho e aflição na reformada igreja de São Damião, e como, mendigando, começou a vencer-se a si mesmo

CAPÍTULO 8. Como, ouvidos e entendidos os conselhos de Cristono Evangelho, imediatamente mudou o hábito exterior e vestiu um novo hábito de perfeição, interior e exteriormente

CAPÍTULO 9. De como Frei Silvestre foi chamado e da visão que teve antes de ingressar na Ordem

CAPÍTULO 10. Como predisse a seis de seus companheiros as coisas que haviam de suceder-lhes ao irem pelo mundo, exortando-os à paciência

CAPÍTULO 11. Da admissão de quatro novos irmãos, da ardentíssima caridade que os primeiros irmãos tinham uns para com os outros, da solicitude no trabalho e na oração e da sua perfeita obediência

CAPÍTULO 12. Como o bem-aventurado Francisco, com os onze companheiros, foi à Cúria do papa notificar-lhe seu propósito e conseguir a aprovação da Regra que havia escrito

CAPÍTULO 13. Da eficácia da pregação de Francisco, de sua primeira morada, como os irmãos ali estavam e como dali saíram

CAPÍTULO 14. Do capítulo que se realizava duas vezes por ano em Santa Maria da Porciúncula

CAPÍTULO 15. Da morte do Cardeal João, primeiro protetor, e da nomeação do Cardeal Hugolino, bispo de Óstia, como pai e protetor da Ordem

CAPÍTULO 16. Da eleição dos primeiros ministros e como foram enviados pelo mundo

CAPÍTULO 17. Da morte santíssima do bem-aventurado Franciscoe como ele, dois anos antes, havia recebido os estigmasde nosso Senhor Jesus Cristo

CAPÍTULO 18. De sua canonização