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O escarlate era uma tinta reservada às fazendas preciosas e finas.
Significava, pois, “vestir-se com tecidos preciosos e finos”.
Passando, um dia, por um pobre e considerando sua miséria e
indigência, disse a seu companheiro: "A pobreza deste homem devia
ser para nós motivo de vergonha, pois inflige severa repreensão à
nossa (pobreza). É, na verdade, uma grande vergonha para mim encontrar alguém mais
pobre que eu, quando elegi a santa pobreza como minha Dama, minha
alegria, minha riqueza espiritual e corporal, e no mundo inteiro se
sabe que eu fiz profissão de pobreza diante de Deus e dos homens".
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