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O Seráfico Pai entendia que só com muita raridade se devia dar
ordens em nome da obediência, que esta arma não devia ser usada
senão em último recurso: "Não se deve levar a mão com tanta
pressa à espada", dizia ele. E acrescentava que o que não obedece
imediatamente ao preceito da obediência não tem temor de Deus, nem
dos homens, a menos que, para tanto, tenha uma razão relevante. E
não há nada mais razoável que isto, pois que é a autoridade do
mando confiada a um superior irresponsável, senão uma espada na mão
de um louco? E que há de mais desesperador do que um religioso que
negligencia ou despreza a obediência?
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