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O Seráfico Pai afirmava que os frades indolentes, que não se
aplicavam a algum trabalho com humildade e simplicidade, serão
rejeitados prontamente pela boca do Senhor. Por isso ninguém podia
aparecer de mãos vazias ou ocioso diante do santo sem que este o
repreendesse severamente. Ele mesmo, modelo de todas as
perfeições, trabalhava humildemente com suas próprias mãos e não
permitia que se desperdiçasse tempo, preciosíssimo dom de Deus.
E afirmava com freqüência: "Desejo que todos os meus frades
trabalhem, aplicando-se humildemente a bons trabalhos, a fim de serem
menos onerosos aos homens e para evitar que o coração ou a língua
divaguem na ociosidade. Que os que não sabem trabalhar aprendam!"
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