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Por isso declarou que raramente se devia dar preceitos por
obediência; e que não se devia lançar logo no começo o dardo, que
devia ser o extremo. Dizia: "Não se deve pôr logo a mão na
espada". Mas achava que aquele que não se apressava a obedecer o
preceito da obediência não temia a Deus nem respeitava o homem.
Não há nada mais verdadeiro do que essas coisas. Pois que é a
autoridade para mandar em quem manda temerariamente se não uma espada
na mão de um furioso? E que há de mais desesperado que um
religioso que despreza a obediência?
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