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O bem-aventurado Francisco não se envergonhava de pedir carne para
um frade doente nos lugares públicos das cidades. Mas admoestavam o
que se sentiam mal a sofrer com paciência as privações, e a não
criarem escândalo se não fizessem tudo que queriam. Por isso fez
escrever estas palavras numa das Regras: “Rodo a todos os meus
irmãos doentes que, em suas doenças, não se irem ou perturbem
contra o Senhor ou contra os frades, Não peçam remédios com muita
insistência; nem desejem demasiadamente libertar a carne, que logo
vai morrer, e que é inimiga da alma. Dêem graças por tudo, e
desejem ser como Deus quer que sejam. Pois Deus ensina com os
estímulos dos flagelos e das doenças aqueles que Ele preordenou para
a vida eterna, como Ele mesmo disse: repreendo e castigo os que amo
(cfr. Heb 12,6; Apoc 3,19)”.
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