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Dizia que os tíbios, que não se ocupam habitualmente com nenhum
trabalho, deviam ser logo vomitados da boca de Deus. Nenhum ocioso
podia parecer diante dele sem que o corrigisse com dente mordaz.
Assim, ele todo, um exemplo de perfeição, trabalhava e agia com as
próprias mãos, não permitindo que se perdesse nada do ótimo dom do
tempo. Pois uma vez disse: “Quer o que todos os meus frades
trabalhem e estejam ocupados, e que os que não sabem aprendam algum
ofício, para sermos menos onerosos para as pessoas e para a língua e
o coração não fiquem vagando no ócio”. Mas não confiava o lucro
ou pagamento do trabalho a quem o ganhava, mas ao guardião ou à
família.
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