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Por isso, certa ocasião, poucos anos depois de sua conversão,
quando estava andando um dia sozinho não muito longe da igreja de
Santa Maria da Porciúncula, ia chorando em voz alta e soluçando.
Quando ia passando assim, um homem espiritual, que nós conhecemos e
de quem ouvimos isto, que lhe tinha prestado muita misericórdia e
consolação antes que tivesse algum frade e também depois,
encontrou-se com ele. Movido de piedade por ele, perguntou-lhe:
“Que tens, irmão?”. Pois achava que estava com a dor de alguma
doença. Mas ele disse: “Assim deveria eu ir chorando e soluçando
sem vergonha por todo o mundo a paixão do meu Senhor”. E o homem
começou a chorar e a derramar muitas lágrimas com ele.
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