CAPÍTULO 78

Por isso, certa ocasião, poucos anos depois de sua conversão, quando estava andando um dia sozinho não muito longe da igreja de Santa Maria da Porciúncula, ia chorando em voz alta e soluçando. Quando ia passando assim, um homem espiritual, que nós conhecemos e de quem ouvimos isto, que lhe tinha prestado muita misericórdia e consolação antes que tivesse algum frade e também depois, encontrou-se com ele. Movido de piedade por ele, perguntou-lhe: “Que tens, irmão?”. Pois achava que estava com a dor de alguma doença. Mas ele disse: “Assim deveria eu ir chorando e soluçando sem vergonha por todo o mundo a paixão do meu Senhor”. E o homem começou a chorar e a derramar muitas lágrimas com ele.