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32. “Os apóstolos e todos os seus discípulos observaramn tudo
isso com a maior diligência, e não descuidaram, nem por uma hora,
(cfr. Gl 2,5) de coisa alguma de tudo que ouviram de seu Senhor
e Mestre. Eles, soldados fortíssimos, juízes de toda a terra,
cumpriram o salutar mandamento, pregando-o por toda parte, e o
Senhor cooperava com eles e confirmava suas palavras com os milagres
que a acompanhavam (cfr. Mr 16,20). Ardiam em caridade,
levando em todo lugar o carinho de sua dedicação e cuidando das
necessidades de todos, cuidando com toda vigilância que não se
pudesse dizer deles: Dizem e não fazem (Mt 23,3)”. Por isso
um deles disse, com a maior ousadia: Pois eu não ouso falar coisa
alguma que Cristo não tenha feito em mim com fatos e palavras pela
força do Espírito Santo (Rm 15,18.19)”. E outro
disse: Não tenho prata ou ouro (At 3,6). E assim todos, na
vida e na morte, me exaltaram com os maiores louvores.
Seus ouvintes tratavam de cumprir tudo que seus mestres lhes haviam
ensinado, vendendo suas propriedades e bens, dividindo-os entre todos
conforme a necessidade de cada um (At 2, 45). Viviam todos
juntos e tinham tudo em comum (cfr. At 2,44), louvando juntos a
Deus e gozavam da simpatia de todo o povo. Por isso o Senhor
aumentava todos os dias os que haveriam de ser salvos nele (At
2,47)”.
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