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34. “Mas, ai! Depois de pouco tempo fez-se a paz, e essa paz
foi pior que qualquer guerra: no princípio, foram poucos os
assinalados; no meio, menos ainda; e no fim, pouquíssimos. E
agora, certamente, eis que na paz está a minha maior amargura (cfr.
Is 38,17), nela todos fogem de mim, todos me afugentam, não
sou procurada por ninguém, por todos sou abandonada. Estou em paz
com os inimigos mas não com os de casa, tenho a paz dos estranhos mas
não a dos filhos. E no entanto, criei os filhos e os exaltei, mas
eles me desprezaram (Is 1,2).
35. Naquele tempo, quando resplandecia a lâmpada do Senhor sobre
a minha cabeça e eu caminhava à sua luz nas trevas (cfr. Jo
29,3), o diabo estava em muitos que estavam comigo,
maltratando-os, e o mundo aliciava-os, a carne tentava-os, de modo
que muitos começaram a amar o mundo e as coisa que estão no mundo
(cfr. 1Jo 2,15)”.
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