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36. “Mas a consumação de todas as virtudes, a senhora
Perseguição, a quem Deus entregou o reino dos céus (cfr. Mt
5,10) como a mim, estava comigo: era em tudo uma fiel ajudante,
uma auxiliar forte e uma conselheira prudente, que, se via alguma vez
que alguns se esfriavam na caridade, esqueciam mesmo que um pouquinho
as coisas celestes, colocavam o coração em toda parte nas coisas
terrenas, trovejava imediatamente, arregimentava imediatamente o
exército, enchia imediatamente os rostos de meus filhos de
igniomínia, para que buscassem o nome do Senhor. Mas agora minha
irmã me abandonou (Lc 10,40) e a luz de meus olhos não está
(cfr. Sl 37,11), porque, enquanto a paz era dada pelos
perseguidores aos meus filhos, eles se estraçalhavam em luta
doméstica e interna, invejando-se mutuamente, provocando-se
mutuamente (Gl 5,26) na aquisição de riquezas e na torrente de
delícias”.
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