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37. “Passado algum tempo, alguns começaram a respirar e a ir,
por própria decisão, pelo caminho reto, que, naquele tempo, só
era percorrido por poucos, forçados pela necessidade. Todos eles
vieram a mim, rogando insistentemente com muitas preces e lágrimas,
para fazer com eles uma aliança de paz perpétua, e para que estivesse
com eles como estive outrora nos dias da minha adolescência (cfr. Ez
16,60), quando o Onipotente estava comigo e os meus filhos ao
meu redor (Jó 29,5). Eram homens de virtude, homens
pacíficos, sem querela diante de Deus (cfr. 1Ts 3,13),
persistentes no amor da fraternidade (2Pd 1,7), enquanto viveram
na carne, pobres em espírito, despojados de bens, ricos em santidade
de vida, cumulados com os dons dos carismas celestes, fervorosos em
espírito, alegres na esperança, pacientes na tribulação (cfr.
Rm 12,11.12), mansos e humildes de coração (cfr. Mt
11,29), conservando a paz de espírito, a concórdia dos
costumes, a unidade do relacionamento e alegria da unidade.
Afinal, eram homens devotados a Deus, agradáveis aos anjos,
amáveis para as pessoas, rígidos consigo mesmos, misericordiosos com
os outros, religiosos pela ação, modestos no caminhar, alegres de
rosto, graves de coração, humildes na prosperidade, magnânimos nas
adversidades, sóbrios na convivência, muito parcimoniosos nas
roupas, muito comedidos no sono, discretos, tementes, notáveis pelo
brilho de todos os bens. Minha alma estava grudada com eles e havia em
nós uma só espírito e uma só fé (cfr. Ef 4,4.5)”.
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