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58. Com essas palavras, comoveram-se as entranhas da senhora
Pobreza (cfr. 3Rs 3,26; Gn 43,30) e, como é próprio
dela ter sempre misericórdia e perdoar, não conseguindo mais
conter-se, correu e abraçou-os, dando o beijo da paz em cada um e
dizendo: “Meus irmãos e meus filhos, já estou indo convosco: sei
que vou conquistar muitos de vós.
O bem-aventurado Francisco, não cabendo em si de alegria, começou
a louvar em voz alta o Onipotente, que não abandona os que nele
esperam (cfr. Jdt 13,17), dizendo: “Bendizei ao Senhor,
vós todos os seus eleitos, celebrai dias de alegria e confessai-o,
(Tb 13,10), porque é bom, porque sua misericórdia é para
sempre (Sl 105,1; 135,1)”.
E, descendo do de monte, levaram a senhora Pobreza ao lugar em que
ficavam; pois já era pelo meio-dia (cfr. Jo 4,6).
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