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161. Dizia que os preguiçosos, que não se ocupam habitualmente
com nenhum trabalho, deviam ser logo vomitados da boca de Deus.
Nenhum ocioso podia parecer diante dele sem ser asperamente corrigido.
Ele mesmo era excelente exemplo de perfeição, estava sempre ocupado
e trabalhava com as próprias mãos, sem deixar que se perdesse nada do
valioso dom do tempo.
Disse uma vez: "Quero que meus frades trabalhem e estejam sempre
ocupados, e os que não tiverem nenhum ofício, que o aprendam". E
deu o motivo: "Para sermos menos pesados para as pessoas e para que
não fiquem vagando na ociosidade o coração e a língua". Mas não
deixava o pagamento ou gratificação pelo trabalho com quem os
recebia: tinham que os entregar ao guardião ou à comunidade.
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