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3. Nos momentos de apreensão e de incerteza, foi sempre o primeiro e sagrado pensamento
dos católicos o de recorrerem a Maria, e de se refugiarem na sua maternal bondade. E isto
demonstra a firmíssima esperança, antes a plena confiança, que a Igreja Católica com toda
razão sempre depositou na Mãe de Deus. De fato, a Virgem Imaculada, escolhida para ser
Mãe de Deus, e por isto mesmo feita Co-Redentora do gênero humano, goza junto a seu Filho
de um poder e de uma graça tão grande, que nenhuma criatura, nem humana nem angélica,
jamais pôde nem jamais poderá atingir uma maior. E, visto como a alegria mais grata para
ela é a de ajudar e consolar todo fiel em particular que invoque o seu socorro, não pode
haver dúvida de que ela muito mais prazeirosamente deseje acolher, antes, que exulte em
acolher, os votos da Igreja toda.
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