|
2. Ora, devendo celebrar-se o qüinquagésimo aniversário da
publicação daquela encíclica, justamente considerada como a Magna
Carta dos estudos bíblicos, nós por aquela atenção que desde o
princípio do nosso pontificado dedicamos aos estudos sagrados,[4];
julgamos que o melhor modo de o fazer era, primeiro, confirmar e
inculcar quanto aquele nosso predecessor sapientemente ordenou e quanto
seus sucessores acrescentaram para consolidamento e aperfeiçoamento da
sua obra; depois ordenar o que os tempos atuais parecem exigir, para
estimular cada vez mais todos os filhos da Igreja que se dão a estes
estudos, a uma tão necessária e louvável empresa.
|
|