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Maria SS. lhe será a medianeira. Parte para Coreto...
Visitar o pobre casebre, onde o Verbo divino se dignou incarnar-se no seio imaculado da
mais pura das virgens; beijar aquelas paredes sagradas; depositar no coração da Mãe as
angústias do coração ferido: essas as aspirações de Paulo da Cruz.
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Lá irei mesmo de joelhos, se for necessário
”
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exclamou o santo.
Dois prodígios se operaram durante a viagem.
Em Pitigliano, o dr. Gheraldini, grande amigo do homem do Deus, entregou-lhe uma carta
para o pe. Pedro Bianchi, um parente, morador em Perugia. Um empregado de Gheraldini
acompanharia a Paulo até Cetona, através de verdadeiros desertos. Ao chegarem ao lugar
denominado Cruz de São Cassiano formou-se horrível temporal, anúncio de chuvas
torrenciais. Ajoelhou-se o servo de Deus e orou por breve tempo. Coisa admirável! Chovia
a cântaros; não, porém, na estrada por onde passavam!
O guia julgou-o feiticeiro e confirmou-se nesse juízo quando, ao voltar, observou que de
Cetona à Cruz de São Cassiano a estrada estava enxuta, mas a começar dali tudo era água!
Gheraldini esclareceu-o dizendo-lhe que tivera a ventura de acompanhar a um santo!
O pe. Bianchi, ao ver Paulo descalço e mal trajado, tomou-o por vagabundo. Pô-lo à mesa
dos empregados e fê-lo pernoitar em habitação separada, trancando-o a chave e a ferrolho.
As janelas tinham grades de ferro...
O humilde servo do Crucificado notou todas aquelas precauções e alegrou-se no Senhor.
Pediu apenas viessem
bem cedo, devendo empreender longa viagem.
O eclesiástico esqueceu-se do pedido e o sol já ia alto, quando mandou a irmã abrir a porta
ao prisioneiro; mas o santo já estava longe...
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Sem dúvida, diz são Vicente Maria Strambi,
de lá o tirara a mão do Senhor, que sabe, quando lhe apraz, operar maravilhas
”
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