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Aprovadas as Constituições, era mister constituir-se a hierarquia, com a eleição canônica
dos superiores, especialmente do Prepósito Geral.
Nos primeiros dias de abril de 1747, dos diversos retiros partiram para o monte Argentário
os membros mais conspícuos da Congregação. Embora pequeno quanto ao número, esse
Capítulo é venerável pela santidade e luzes celestiais de que eram ornados os que nele
tomaram parte.
Aos dez do mês, por unanimidade de sufrágios, foi eleito Prepósito Geral o santo Fundador.
A Igreja, ao aprovar a nova Congregação, elevou-a à nobreza do Calvário. Necessitava,
pois, de uni brasão. Adotou-se o mesmo emblema apresentado por daria s. ao santo
Fundador e aprovado por Bento XIV. Acrescentaram-se-lhe apenas um ramo de oliveira ao
lado direito e, ao esquerdo, uma palma, símbolos das divinas conquistas da Cruz: a paz e a
vitória. Vitória sobre o inferno e o mundo, paz entre o Céu e a terra, o homem e Deus.
Paulo da Cruz pediu, implorou o libertassem do fardo que lhe impuseram aos ombros. Tudo
em vão.
Inclinou, então, a cabeça e submeteu-se às ordens da Providência.
E será Superior Geral até a morte!...
Quão sábia fosse a escolha, ve-lo-emos no capítulo seguinte. Bem mereceu ele o elogio de
Maria ss.:
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A Congregação vai bem; continue a governá-la como tem feito até agora
”
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