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A bondade é o traço supremo, o esplendor da beleza moral chamada SANTIDADE.
Se nas perfeições divinas houvera graus, poder-se-ia dizer que a bondade seria o primeiro
de seus atributos, por ser o poderoso ímã que a Ele atrai todos os seres. Causam-nos
admiração a grandeza e a eternidade de Deus; sua bondade, porém, comovemos o coração e
nos subjuga a alma.
E' a humildade justa e agradável amálgama de doçura e de força. Sem doçura, a força seria
rigor inflexível; a doçura, sem a força, tornar-se-ia debilidade. Nada mais doce do que a
força; nada mais forte que a doçura.
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A SABEDORIA ATINGE DE UM A OUTRO EXTREMO DO MUNDO COM FORÇA
INFINITA E TUDO DISPÕE COM IGUAL DOÇURA (Sap. 8,1)
”
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Com efeito, nas obras divinas, na criação, na redenção, na santificação em Jesus Cristo, na
Igreja, nos:auto:... que força e que doçura.
Não há muito tivemos, na Cátedra de Pedro, luminoso exemplo, cuja lembrança arrebata as
almas cristãs e confunde os ímpios. Que doçura no imortal Pio IX! E que força invencível e
inquebrantável ante os assaltos conjugados do inferno!
Também em Paulo da Cruz aliaram-se a doçura e a força. Mais do que no passado,
ve-lo-emos nas páginas seguintes dirigindo o pequeno rebanho, O REINO QUE O PAI
CELESTE HOUVE POR BEM CONFIAR-LHE (Luc. 12, 32).
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