JUSTIÇA PARA COM TODOS

A justiça era a alma de seu governo. Não permitia negar-se aos religiosos o que as regras concedessem.

Repreendeu severamente a um reitor que provera de água o jardim em detrimento da alimentação e vestuário dos religiosos.

O pe. Fulgêncio, por fervor indiscreto, fazia a comunidade levantar um quarto de hora antes.

Paulo o censurou publicamente, advertindo-o não subtraísse um minuto sequer do descanso concedido pelas Constituições.

“ Quanto aos cargos, nota São Vicente Strambi, não julgava fossem títulos de isenção e motivo de repouso. Tinha por máxima que o superior deve sacrificar-se pela Congregação e pela sua família religiosa ” .

Nas eleições, tinha unicamente em vista os méritos e a capacidade dos súditos, dando sempre preferência à virtude. Propôs algumas vezes ao Capítulo a eleição de religiosos que ele sabia não aceitariam o encargo; fazia-o, porém, para homenagear a virtude.