TERNURA PATERNAL PARA COM OS DOENTES

Para com os enfermos mais terna e afetuosa era sua caridade. Recomendava aos superiores os tratassem com verdadeiro amor materno. Não tolerava em tais casos economia, ordenando vendessem, se necessário, os mesmos vasos sagrado. Visitava-os várias vezes ao dia, servia-os com suas próprias mãos, preparava-lhes e ministrava-lhes os remédios, consolando-os com incomparável afabilidade. Desejava vê-los santamente alegres e totalmente abandonados à divina Vontade.

Se o mal se agravava, não permitia os deixassem sós.

Quando, por sua vez, adoecia. penava mais pelos incômodos alheios do que pelos próprios males. Apenas tinha-se em pé, dirigia-se, por vezes apoiado em muletas ou levado pelos braços dos filhos, às celas dos enfermos. Não podendo levantar-se, enviava alguém para saber como estavam, se nada lhes faltava e se eram tratados com caridade.

“ A pobreza é boa, exclamava amiúde, mas a caridade é melhor ” .

E acrescentava:

“ Para os enfermos faz-se mister uma mãe ou um santo ” .

Paulo possuía coração de mãe, por ter a caridade do santo.