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A árvore sagrada da Congregação continua a estender seus ramos.
Nas altura: de Montecavo. outrora Monte Albano, erigira o paganismo célebre templo a
Júpiter Lácio, objeto de cega veneração.
Os romanos e os povos do Lácio lá celebravam as famosas férias latinas, rendendo à
impudica divindade o culto de vítimas humanas e de crimes inomináveis.
Ao desmoronar-se o templo, com a gentilidade, o cristianismo triunfante ergueu abre suas
ruínas bela igreja em louvor da Trindade. Por muitos anos, os sacerdotes de Jesus Cristo
dali alavam para o Céu o perfume divino da Vítima purificadora de todas as manchas.
Todavia, fora abandonada aquela solidão; as freqüentes tempestades que varrem a montanha
com impetuosa violência arruinaram a igreja e a casa. Graças à generosidade da ilustre
família Colonna, tudo se restaurou e. no domingo de Iramos, 19 de março de 1758, doze
filhos de Paulo da Cruz ali chegavam para reatar a misteriosa cadeia de orações e
sacrifícios. cantando em uníssono com os Anjos as imortais vitórias da Cruz.
Paulo, não podendo assistir pessoalmente a tomada de posse, fê-lo em espírito. Os religiosos
curtiram por algum tempo extrema pobreza. O terno pai os encorajava por cartas:
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“
Vossos sofrimentos são ricos presentes da divina Majestade, que se compraz estejais
profunda e fortemente engastados no áureo anel de caridade. Deseja que sejais vitimas,
holocaustos oferecidos à glória do Altíssimo no sagrado crisol do sofrimento. Quer que,
pelo sacrifício, espalheis sempre o suave odor das virtudes... Oh! eu espero que estas
fundações, à face de Roma, sejam de muita glória para Deus e de grande vantagem para a
Congregação.
”
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