VISITA AOS SEUS CONVENTOS

Se difícil é o fundar, não o é menos o conservar e aperfeiçoar. O Santo era todo solicitude para os novos retiros. Qual prestimoso jardineiro, observava as tenras plantas que formara a custo de suores, para não perder de vista o germe, a flor e o fruto.

Visitava-os freqüentemente e, mesmo quando idoso e achacado pelas austeridades e santos labores do apostolado, viajava sempre a pé, suportando incríveis fadigas e privações de toda espécie, suavizadas muitas vezes, é verdade, por transfigurações de luz e êxtase, sempre proporcionadas à generosidade do sacrifício.

Para não interromper a seqüência da história, referi-las-emos em capítulo especial.

Que efeitos produziam essas visitas! Com que ternura ouvia as confidências dos religiosos, as angústias de suas privações, o heroísmo de seus combates, os segredos de suas vitórias!

Que delicadeza em afastar da família religiosa a mais tênue nuvem, que pudesse macular as almas dos filho; queridos! Que de consolação não prova, ao ver os religiosos no gozo da santa pobreza, na simplicidade evangélica, nas puras alegrias do fervor! Quem poderá descrever a suavidade e o poder de suas palavras?

Como apóstolo, animava-os às conquistas espirituais; como serafim, abrasava-os no amor ao divino Crucificado, único objeto de suas aspirações, norte de seu agir, júbilo e vida de seu coração.