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Regressando de Roma, no ano de 1766, Paulo passou por Corneto. Constantini referiu-lhe
suas mágoas, acrescentando que tinha apenas dez medidas de trigo, quando lhe eram
necessárias pelo menos cinqüenta para a manutenção da casa e dos empregados. Pediu-lhe o
servo de Deus o conduzisse ao celeiro, onde, após breve oração, benzeu o trigo, dizendo, em
seguida, a Constantini:
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“Não desanime; prossiga firme no santo propósito para glória de Jesus Crucificado”.
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A bênção do santo foi maravilhosamente fecunda. As dez medidas de trigo, reduzidas a
farinha, não chegariam até o fim de maio. No entanto, duraram até o mês de agosto, tempo da
nova colheita, bastando para a família, para os empregados e para abundantes esmolas. E as
bênçãos do Céu choviam sobre Constantini. Vários negócios, empreendidos com a bênção do
santo, saíram-lhe muito bem, de maneira que pôde dar a última demão no mosteiro.
Já não temia nenhum obstáculo.
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