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Já estava concluído o código sagrado, escrito com a pena embebida no Sangue divino do
Cordeiro. Só faltava a aprovação da Igreja. Antes de apresentá-lo ao Santo Padre, desejava
o servo de Deus observar de viso em que ponto estava a construção do mosteiro.
Na última visita aos retiros do Patrimônio de São Pedro, teve a satisfação de vê-lo
terminado. De regresso a Roma, julho de 1770, apresentou pessoalmente a Clemente XIV as
santas Regras. O Sumo Pontífice encarregou de examiná-las ao pe. mestre Pastrovich, sábio
e piedoso sacerdote, consultor do Santo Ofício, mais tarde bispo de Viterbo.
Ouçamos-lhe a relação:
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“Estas Regras não somente são conformes à fé, à santidade dos costumes e à perfeição
religiosa, mas estão repletas de unção, prudência e discrição e em harmonia com a
finalidade do Instituto, donde se pode esperar, com fundamento, muito proveito espiritual
para as almas que as professarem”.
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Do mesmo parecer foi mons. Zelada, a quem o prudente Pontífice encarregara de revisá-las.
Clemente XIV desejava aprová-las por um Breve mas, a pedido do Santo, aprovou-as por
um Rescrito, com força de Breve, aos 23 de setembro de 1770.
Paulo, antes da aprovação solene, queria expô-las à experiência.
No dia seguinte, mons. Zelada foi em pessoa à residência do Santo Crucifixo entregar o
precioso documento ao santo Fundador.
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