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Os religiosos, quais órfãos, agruparam-se, chorando, ao redor do santo corpo. Beijavam
aquelas mãos que tanto os abençoaram, poisavam as cabeças naquele peito, que ardeu de
amor a Deus N. Senhor, esperando alcançar por esse contato sagrado a plenitude do espírito
que deve animar aos filhos da Paixão.
De repente, por um desses sentimentos instintivos ou divinos, fenômeno que se dá
unicamente na morte dos santos, a dor cede lugar à alegria, as lágrimas à doce e celestial
consolação.
Será, por ventura, um raio secreto da felicidade dos bem-aventurados, que baixa do Céu às
almas, reverberando-se no mortal sepulcro?
Frattini e os demais testemunhas dessa morte ou, melhor, deste triunfo, exclamavam,
jubilosos:
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“Tivemos a felicidade de ver como morrem os santos...”.
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