VÃO A ROMA

Era o ano jubilar de 1725. Paulo resolveu ir em peregrinação à cidade eterna para lucrar o precioso tesouro de indulgências e prostrar-se aos pés do Soberano Pontífice.

“ D. Cavalieri, diz seu biógrafo, encorajou aquelas grandes almas a empreenderem a viagem a Roma para obter da Santa Sé a aprovação da santa empresa, deu-lhes cartas comendatícias a vários cardeais e a outros personagens da corte romana ” .

Doloroso o momento da separação daquelas três nobres almas, unidas pelos laços de terníssima caridade. Havia seis meses conviviam juntas, servindo a Deus e só dele se entretendo, consumindo-se como vitimas de amor a Jesus Crucificado. E não mais se tornariam a ver na terra! O piedoso bispo já o pressentira, Despediu-se deles por entre muitas lágrimas, dando-lhes a bênção. Os servos de Deus tomaram o caminho de Roma, seguidos pelas fervorosas preces do venerável prelado.